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Composição partidária não afeta a intensidade de cooperação entre municípios

A cooperação intermunicipal é um fenómeno generalizado que pode assumir formas diversas em diferentes países. Pedro Camões e António Tavares, professores do Departamento de Ciência Política e membros do Centro de Investigação em Ciência Política (CICP) da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, e Filipe Teles, professor do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território e Pró-reitor da Universidade de Aveiro para o desenvolvimento regional e política de cidades, desenvolveram um estudo sobre a intensidade da cooperação das Comunidades Intermunicipais (CIM) portuguesas.
O trabalho procura medir o compromisso real de cooperação intermunicipal por parte dos eleitos locais, estudando fatores além dos que impulsionam e levam à criação destas organizações. Os autores afirmam que “uma coisa é dizer que assinamos um contrato ou que se faz parte de uma organização de cooperação intermunicipal, outra coisa é mostrar através de ações que essa organização tem os meios necessários, quer humanos, quer materiais, para desempenhar as funções para as quais foi criada e efetivamente produzir algo que seja benéfico para os munícipes”.

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